segunda-feira, 6 de abril de 2009

Eu luto,

 Eu luto contra todas as correntes.

Todos os dias a todas as horas.

Por altos mares navegados,

Eu nunca reclamei.

Até ao dia …

 

Perdidamente, andei pelas noites,

Sem saber para onde ir.

Por momentos até me odiei…

Em pequenos espaços só meus …

 

Levanto-me de um salto,

Como se um raio me atingisse.

Como uma raiva louca,

De quem quer sobreviver.

 

Mas num sussurro surdo,

Na noite escura eu ouço!

Que me abala o corpo,

E me comprime o dorso!

 

 Mas mais nada me abala neste mundo,

 Em que viver sem ter opinião,

E viver por viver …

Mais vale viver com alguma razão.

 

Dias e noites de lutas,

Que se fazem sempre sem parar.

 

Sem nunca saber quando vão terminar.

 

 

 

Sem comentários:

Enviar um comentário